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A viagem em que virei Mickey!



Um belo dia recebi um convite de uma grande amiga para passar o carnaval no interior de SP, na casa da tia dela, com direito a curtir a festa atrás dos tradicionais blocos de rua.

Convite prontamente aceito!

Estava super empolgada, até que...
exatamente no dia da viagem nossa anfitriã teve um imprevisto que impossibilitava de nos receber naquele momento, ou seja, a viagem tinha ido por água abaixo.

Estava no trabalho quando recebi a notícia, mal deu tempo de entristecer-me, pois logo em seguida minha amiga ligou perguntando se eu não queria ir à Mongaguá (litoral de SP), com a irmã dela e uma turma de amigos, pois ainda havia vaga no ônibus fretado.

Tímida do jeito que eu era (ainda sou, mas antes era bem pior), pensei rápido: “não conheço ninguém, a não ser minha amiga e a irmã dela. Será que devo ir?” Ao mesmo tempo que pensei isso, por um impulso vindo sei lá de onde, respondi que aceitava o convite.

Após o trabalho, voltei para casa rapidamente, só deu tempo de empurrar uns biquínis dentro da mala, que já estava pronta para ir ao campo e não a praia, e saí correndo para ir a tal excursão.

Chegando ao local do embarque, eis que surge o fretado: um ônibus escolar, amarelinho, parecido com aqueles que vemos nos filmes americanos, tão bonitinho, mas foi engraçado vê-lo ali prestes a receber um montão de jovens.

Havia por volta de 15 pessoas, todas animadas e muito simpáticas. Mal consegui entender o nome de todas, só ouvia os apelidos: Mudinho, Tio Camil (era quem preparava o arroz kkkkk) e por aí vai...foi aí que recebi um apelido no mínimo curioso: Mickey!

É isso mesmo, não era Minnie, era Mickey. Tudo porque eu vestia uma blusa, com a cara enorme do Mickey estampada e como não me conheciam, alguém fez uma pergunta e responderam: “está ali, ao lado da menina do Mickey”. Pra quê fizeram isso? Pronto desde então se tornou meu apelido e desconfio que até hoje muitos ainda não saibam meu nome 😃😃😃

Levei tudo na esportiva, achei até bonitinho 😁, na verdade isso foi ótimo, porque “quebrou o gelo” e a convivência, durante os quatro dias, ficou bem melhor. A turma era animada, ri demais, me diverti de montão, foi tão bom que guardo essa viagem com muito carinho em minha memória.

Constatei que para uma viagem ser perfeita não precisa ter como destino um lugar caro e chique, nem se hospedar em hotel luxuoso, claro que isso deve ser muito bom, mas a perfeição está na vibe do lugar, da companhia e principalmente da sua! Por isso, estar aberta ao novo e a tirar proveito do imprevisto éo melhor a fazer.

Aprendi a controlar o medo e curtir o inesperado, afinal, eu poderia ter dito não ao convite e se isso tivesse acontecido, eu não teria passado dias memoráveis!

Tomara que o “acaso” me reserve mais viagens como esta: simples, mas extremamente feliz!

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Abraços e ao próximo embarque!

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