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Foz do Iguaçu (Parte I): A escolha, a chegada e o hotel

Há uma semana falei sobre a minha 1ª viagem (Veja aqui) e hoje contarei sobre a mais recente.

Tudo começou, quando tive que adiar a viagem que faria nas férias deste ano. Estava programando ir para Paraíba, mas devido a alguns contratempos não foi possível.
A partir daí deu início ao meu dilema: para onde viajar, com pouquíssimo tempo para programar? Com quem viajar? (não adianta, não gosto de ir sozinha).

Primeiro consegui a companhia: uma amiga e depois pesquisando “aqui e ali” chegamos a 03 destinos: Cidades históricas de MG, Florianópolis e Foz do Iguaçu, decidimos pelo último e não nos arrependemos nenhum pouco.

O engraçado é que quando alguém fala que viajará para Foz do Iguaçu, a maioria das pessoas pensa logo nas compras em Ciudad Del Este – Paraguai. Eita consumismo, hein? rs

Claro que é interessante fazer umas comprinhas, mas o meu intuito em escolher esta cidade não foi pelas compras no Paraguai, mas sim, para ver uma das 7 maravilhas da natureza “As Cataratas do Iguaçu” e CLARO, ver o arco íris que aparece tanto nas fotografias de lá kkkkk (Perdoem-me pelo momento infantil rs)

Viajamos no mês de Setembro/2013 em uma quarta-feira e voltamos num sábado (04 noites).


Nosso vôo foi diurno, chegamos ao destino por volta das 13:00hs.
O Aeroporto de Foz do Iguagu é pequeno e está em obras. Tem apenas uma esteira disponível, ou seja, a “muvuca” para pegar as bagagens é ainda pior do que em outros aeroportos.

Aeroporto de Foz do Iguaçu (Foto: Simone Silva)

Após muito tempo de espera, quando finalmente consegui pegar minha mala, eis a surpresa: estava com o fecho do zíper quebrado e consequentemente sem o cadeado.
Em todas as viagens que fiz, nunca tinha acontecido nenhum dano nas minhas bagagens :( infelizmente há sempre uma 1ª vez.

Falei com a funcionária responsável e abri a mala na presença dela. Ainda bem que estava tudo intacto, mas o meu problema não estava resolvido, como que eu faria na volta? Como fecharia a minha mala, sem ter onde colocar um cadeado? Resposta da “responsável”: “Se a mala não foi rasgada e nada foi roubado, não podemos fazer nada”.
Humf fiquei com tanta raiva, expliquei a situação novamente e nada foi resolvido.  Saí de São Paulo para fugir do stress e acabei ficando estressada afff.
Atrás de mim ainda tinham dois casais, também com problemas nas bagagens: no caso de um a mala foi rasgada e do outro extraviada... bom diante desta situação, apesar de não concordar com a atitude da funcionária, respirei fundo e achei melhor sair dali, pois afinal estava viajando a passeio e minhas férias não poderiam começar mal por causa disso.
Ao menos no meu caso, eu estava com a mala e com os meus pertences.
Depois pensei: “Quem sabe encontro uma mala com um bom preço no Paraguai...” kkkk

Por tudo isso é que darei duas dicas para vocês:
1ª) Mesmo torcendo para que nada aconteça, infelizmente temos que pensar na possibilidade de extravio de bagagem.
Para que o transtorno não seja ainda pior, além de não despachar NADA de muito valor, ao fazer sua bagagem de mão, coloque uma “muda de roupa” já que normalmente a bagagem extraviada é entregue após 24 horas. Neste caso, pelo menos não precisará comprar roupa para usar neste período.

2ª) Fotografe a mala que será despachada, por dentro e por fora, para que, caso haja algum dano, você tenha como provar e se não conseguir resolver no próprio aeroporto poderá entrar com um processo no juizado de pequenas causas.

Após este transtorno, continuamos a viagem...

O Hotel escolhido foi “Falls Galli Hotel” localizado próximo ao centro e na mesma avenida do Cataratas JL Shopping. Gostei bastante, quarto muito espaçoso, bem limpo, banheiro com box grande, café da manhã gostoso e com alguns itens típicos do Sul, como: “Cuca” e “Cueca Virada”(amo ambos).
Em minha opinião, o café da manhã só não teve nota 10, porque eles pecaram em dois itens básicos: no suco de laranja, pois em nenhum dia estava gostoso e no pão de queijo que eu achei muito salgado, mas isso é gosto pessoal varia do paladar de cada um, não é mesmo?

Cueca virada e bolinhos saborosos (Foto: Gicelle Pereira)

No hotel também tem piscina e no hall, ao lado da recepção, há uma lojinha de souvenir e uma agência de turismo, achei ótimo, super conveniente.

Piscina do hotel (Foto: Gicelle Pereira)

No dia em que chegamos, almoçamos no Restaurante Don Cabral, self service, churrasco, com sobremesa inclusa, boa comida, mas não valia o preço cobrado (R$60,00). Tivemos 50% de desconto, caso contrário eu nem entraria, e olha que não sou muquirana, mas esse preço é “salgado” demais.

Após o almoço fomos ao Dutty Free localizado em Puerto Iguazu-Argentina.

Retornamos ao hotel, descansamos um pouquinho e à noite voltamos a Puerto Iguazu, mas desta vez para conhecer a cidade (Veja aqui).

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